John Neschling

John Neschling, carioca, maestro e compositor.

18 respostas para John Neschling

  1. Caro maestro, tenho um blog de ópera e balé e gostaria de ter vc como meu convidado a conhecê-lo. Segue o endereço do mesmo e se vc puder enviar seu e-mail para contato eu ficaria honrado.

    http://verdi.zip.net/

  2. Gesse Araujo disse:

    Seu blog está como link na: http://www.cameratajundiai.com.br/blogcamerata/. A tempo queria entender o outro lado dos fatos. Obrigado por lembrar dos admiradores e seguidores do seu trabalho.

  3. Alex Santos disse:

    Parabéns pelo trabalho na OSESP maestro. Conheci a orquestra sinfonica em tempos de auge, em 2006, e pude observar que a orquestra, a melhor deste pais, viveu seus melhores momentos sob sua condução, incluindo a turne europeia. Não posso definir a situaçao atual dela mas vejo muitos insastifeitos. Um abraço.

  4. Caro Maestro.

    Parabens pelo projeto.

    Segue endereços.

    A OPSP tem projetos aprovados no MINC.

    http://www.orquestraphilarmonicasp.blogspot.com/

    Sucesso

    Goethe

  5. Gisele Ganade disse:

    Prezado maestro, lemos a matéria no estadão do último sábado. Muito boa sua intenção, parabéns pela iniciativa e pelo acesso ao ministério para conseguir sua verba em tão pouco tempo. Sou regente e diretora de uma Cia. de Ópera em Ribeirão Preto, a Cia. Minaz. Nossa Cia. existe há 20 anos com o intuito de formar público e novos profissionais para a ópera em cidades do interior. Temos cumprido nosso papel. Temos atualmente um coro lírico com 80 vozes, todos estudando canto, todos estudando música, muitos deles na universidade (a cidade tem um departamento de música da ECA na USP/Ribeirão), temos um coro infantil e um coro juvenil que juntos somam 120 vozes, temos um grupo jovem de solistas das mais diversas classificações vocais que têm em seu repertório desde árias de câmara a óperas completas. Temos também um teatro da Cia., o Teatro Minaz. Em nosso espaço temos salas de aulas e ensaios e os alunos têm acesso a aulas de línguas, teatro, além de musicalização (para os pequenos), percepção rítmica e melódica, História da música, História da Arte, Apreciação Musical, técnica vocal.
    Em nosso repertório temos as óperas A Flauta Mágica, Cavalleria Rusticana, Pagliacci, Traviata, os espetáculos de ópera Estúdio de O Barbeiro de Sevilha, Bodas de Fígaro e Flauta Mágica, os musicais Hair, Ópera do Malandro, Beatles, Queen, Saltimbancos, a cantata encenada “Carmina Burana”, montagem que já foi transmitida por várias vezes pela TV Senado da qual você pode ver um trecho pelo link http://www.youtube.com/watch?v=Co9MHdFPnkE.
    Todas as nossas atividades são mantidas atualmente por projetos de leis de incentivos fiscais estaduais e federais, por patronos e bilheterias.
    Gostaríamos muito que fizesse uma visita à nossa companhia quando de sua vinda a Ribeirão Preto em novembro para que conhecesse nossa sede, nosso coral e solistas.
    Nossos contatos: Cia. Minaz rua Carlos Chagas, 273/259 – Jardim Paulista – Ribeirão Preto, fones: (16)39412722, 36100056 – site http://www.minaz.com.br e-mail cia.minaz@minaz.com.br
    Veja nosso site para conhecer um pouco do nosso trabalho.
    Aguardamos seu retorno
    Abraços
    Gisele Ganade

  6. antônio Matarazzo disse:

    Parabéns pelos elogios à Dilma, tenho certeza que fez com que diminuíssem os preconceitos estimulados por boa parcela da imprensa que defende abertamente outros candidatos…

  7. Prof. BERNARD BARRANDON - Chanceler do Consulado Geral de Mônaco disse:

    Ilustre Maestro,

    Todos estão com saudades do senhor, enfim, talvez não todos, mas a maioria. Li sua excelente entrevista no jornal “O Estado de São Paulo”. Acabo de comprar a revista “Concerto”, e li o anúncio da apresentação do “Barbeiro de Sevilha” Nunca fui ao Teatro Alfa, para mim é fora de mão, mas vou desde já reservar ingressos. Estou ancioso.

    atenciosamente,
    Prof. Bernard Barrandon
    Chanceler

  8. Claudio Gorodski disse:

    Vimos acompanhando seu trabalho com a OSESP praticamente desde o inicio, mais ou menos a partir do final de 1997, nos aureos tempos (pelo menos para mim) quando a orquestra ainda se apresentava na “Teatro Sao Pedro”, mas ja tocava muito bem. Ja gostava de musica erudita havia varios anos, mas o que de fato me chamou a atencao para ir assistir ao primeiro concerto da orquestra reformulada foi o repertorio interessante e bastante diferente do que se costumava apresentar aqui no Brasil.
    Passamos a frequentar os espetaculos todos os sabados, minha esposa, minha mae e eu. Nessa epoca ainda podiamos comprar os ingressos no inicio da mesma semana (nao haviam ainda assinaturas!) e escolher os melhores lugares: na nossa preferencia, o meio da quarta ou quinta fileira. O lugar era menor, mas intimo, com otima acustica, e estavamos bem perto dos musicos. Era de fato um achado: antes que a nova OSESP se tornasse amplamente conhecida pelos paulistanos e seus espetaculos virassem concorridissimos (e motivos de controversias), nos e mais uns poucos ja estavamos la aproveitando nossa orquestra, eu diria, quase “particular”. Bem, o tempo passou, estivemos na inauguracao da “Sala Sao Paulo” em julho de 1999 etc. Somos assinantes ate agora e lamentamos sua saida da orquestra, ainda mais daquela maneira que a coisa foi feita. Acho que um problema serio no Brasil e´ a falta de reconhecimento de trabalho bem feito e de merito, e a sobra de nivelamento por baixo. Parabens pelo recomeco com a companhia de opera e muitissima boa sorte!

  9. Parabéns pela iniciativa do blog, maestro! Aliás, antes, parabéns pela sua carreira e especialmente pela fidelidade aos seus valores. Certamente engrosso o coro dos que sentiram muito as condições de sua saída da nossa querida orquestra. Águas passadas. Aprecio imensamente sua capacidade de identificar as janelas quando uma porta se fecha. Construir o que pode dar certo – e fazer a diferença – é algo reservado a alguns poucos empreendedores e apaixonados pelo que fazem. Esteja certo de que acompanharemos sua trajetória na ópera com o mesmo carinho e admiração. Sucesso! E… nas palavras do super homem: para o alto e avante! 🙂

  10. Beatriz Naify disse:

    Caro Maestro
    Minha admiração por seu trabalho esta acima de qualquer coisa. Pois para mim, existe dois momentos da música brasileira, um AN (Antes Neschling) e um PN( pós Neschling). E, mesmo parecendo simplista, quando alguém me pergunta de sua obra, eu cito as que marcaram para sempre a história deste país: OSESP intinerante e sua Cia de ópera. Sinto muito pelo ocorrido com a Dilma, pois para mim, apoiar Serra ou Dilma é apoiar a mesmice, e o digníssimo maestro é simbolo da revolução musical, Serra ou Dilma ( PT e PSDB) é o mesmo de sempre. Até quando Maestro? Um forte abraço e obrigado por tudo o que fazes pela música. Tenha certeza, que é de sua obra que sempre lembraremos.

  11. deonice disse:

    Caro Maestro
    Senti imensamente não ter visto a ópera “O Barbeiro de Sevilha” aqui em Florianópolis. Estava fora da cidade na ocasião, mas quem viu gostou muito.
    Este seu novo projeto “Companhia Brasileira de Ópera” é uma prova de que seu trabalho foi justamente reconhecido e que está acima da pequenez de alguns.
    Um grande abraço com a certeza que seu nome já está inscrito na história da música no Brasil.

  12. guilherme disse:

    maestro, quais são seus planos? está regendo outra orquestra, participando de algum projeto?

    costumava ir aos seus concertos às quintas, minha ansiedade era muito maior do que os trânsitos monumentais de um dia de semana paulistano. agora tudo está tão sonolento que não vale a viagem, de vez em quando no sábado para não ter competição com nenhum engarrafamento.

    um abraço com admiração.

  13. Eduardo Yoshikawa disse:

    Prezado Maestro Neschling,

    Em primeiro lugar, gostaria de cumprimenta-lo pelas recentes resenhas amplamente favoráveis de suas gravações com a OSESP lançadas no exterior. No caso da mais recente (a Trilogia de Respighi) o mérito é ainda maior, por se tratar de obras há muito incorporadas ao repertório e já gravadas por inúmeros regentes e orquestras, incluindo os de maior prestígio (ainda não ouvi – devo encomendá-lo em um site inglês ainda essa semana – mas tenho certeza de que não me decepcionarei).

    Como eu tive a oportunidade de dizer em um e-mail encaminhado ao atual diretor artístico no início do ano – 20/fev (sou assinante e apoiador da orquestra e achei que era minha obrigação manifestar minhas opiniões e expectativas a respeito das novas temporadas e do futuro da orquestra):

    “É importante, sem dúvida, gravar compositores brasileiros, mas não em detrimento dos nomes tradicionais.
    Por exemplo, se a orquestra planeja lançar 5 ou 6 cd’s no ano, dedicar um deles inteiramente a compositores brasileiros já estaria de bom tamanho (ressalvado algum projeto especial, como um ciclo das sinfonias de Villa-Lobos, por sinal bastante oportuno). A gravação dos “standards”, ainda, atende a uma importante finalidade.
    A manutenção da OSESP requer muito dinheiro (dos patrocinadores, do público e, sobretudo, do Estado de São Paulo, e por conseguinte do contribuinte paulista, que paga ICMS e IPVA) e é preciso garantir que esse investimento valha a pena, ou seja, que resulte em música de qualidade.
    Somente gravando essas obras “tradicionais” é possível preservar o “som” da OSESP e, ao mesmo tempo, compará-lo com o de outras orquestras, para saber a quantas anda o nosso projeto (e legítima aspiração) de ter uma orquestra de nível internacional.”

    Estou lhe escrevendo porque gostaria (certamente não apenas eu) de saber a sua opinião a respeito de algumas declarações do diretor artístico publicadas na Revista Concerto (nov/2010) que soam como um mudança significativa dos rumos da orquestra (o plano de “latinizar” a Osesp):

    “(…) No cenário internacional, a nossa diferença é apenas sermos uma excelente orquestra brasileira, e não algum modo específico de tocar ou um repertório caracteristicamente nosso. (…) acredito que a Osesp tem plenas condições de se firmar como a principal orquestra da América Latina. Mas, para isso, precisamos antes integrar o Brasil à região, deixar de nos isolarmos de nossos vizinhos, promovendo de forma mais sistemática a vinda de regentes e solistas latino-americanos à Osesp, bem como, no médio prazo, direcionar parte de nossos programas para esse repertório”

    Para que o Sr. Entenda a minha preocupação, transcrevo trecho da carta (não sei se será publicada…) que encaminhei à Revista (abordando também outras questões, como os critérios de escolha do repertório e a participação que o regente titular deveria ter no processo):

    “C) o que significa exatamente “latinizar” a Osesp e porque isso é necessário? (a busca de “afinidades” com nossos vizinhos atende às vezes necessidades mais imaginadas do que reais, não raro ideológicas); Não basta ser uma boa orquestra e tocar boa música? Qual a necessidade do rótulo “orquestra latina”? (a melhor orquestra do Brasil deveria ser, naturalmente, a melhor da América Latina. Por outro lado, algum de nós se considera latino-americano antes de brasileiro?). Por que a preferência por regentes e solistas com base em critérios geográficos? (o bom da música não é o fato de ela ser uma linguagem universal?).”

    Apesar da sua traumática saída da Osesp (não entro no mérito da briga, porque a questão está na Justiça e dela deve ser a palavra final), tenho certeza de que, depois de todo o bom trabalho realizado (e dos frutos que ainda hoje são colhidos, como o cd de Respighi) o futuro da orquestra não pode lhe ser indiferente.

    Cordialmente,

    Eduardo

    PS: O Sr. Tem ideia das suas gravações que ainda podem ser lançadas aqui (Biscoito Fino) e no exterior (BIS)?

  14. Caro Neschling:
    Parabéns pelo trabalho que está desenvolvendo pois sua competência é incontestavel. Pude acompanhar de perto todo seu trabalho juntamente com o José Roberto Walker na reestruturação da Osesp e da Sala São Paulo.
    Um grande abraço—–Neves ( Tatuí)

  15. silberk disse:

    Caro Maestro,
    Nunca tive o prazer de trabalhar com vc. Espero q este dia ainda chegue.
    Recebo con tristeza a notícia de q vc outra vez deixa o Brasil. E, infelizmente, de acordo com a VEJA, desesperançado com a cultura no Brasil.
    Lamento sua ida, pois concordando ou não com vc, vc tem o mérito de ter tido a coragem de tentar por o Brasil no mapa da música eerudita internacional. De frente para toda a burocracia q existe no nosso país, aplaudo de pé a tua corajosa tentativa e também a tua vitória em conseguir-lo.
    Lamento q a cabça do nossos governantes ainda seja a de 70 anos atrás, onde só importava a política e não o talento.
    Desejo todo o sucesso para vc, aonde quer q vc vá. E tenha certeza q vc será outra vez bem-vindo ao Brasil se um dia resolver voltar a trabalhar aqui, pois o nosso país precisa de gente talentosa e corajosa como vc.
    😉

  16. Assinante OSESP disse:

    Maestro, veja que decepcionante. Nem a prestigiada Revista Concerto, nem a Radio Cultura FM lembraram do aniversário de nossa excelsa pianista Guiomar Novaes que, se estivesse viva, teria completado 116 anos em 28/02.
    Também não acredito que se lembrarão de mencionar que em 07/03 celebramos o 32º ano de sua partida. Ela, como muitos outros, merecia muito mais de nós.

  17. harold emert disse:

    Dear John Neschling:
    Just to advise all of those interested. that Brazil’s Musical Dictator Roberto Minczuk,a Juilliard grad and former asst Maestro with the NYPhil, will be making auditions in NYC and London most probably in May to fill up the posts of the 40 instrumentalists he recently sacked for refusing to re-audition.
    Auditions can be nerve-racking occasions and to prepare those candidates for the most important day in their life,here are some suggesrions:
    (1)Do not be nervous if you see two armed guards at Maestro Minzcuk’s auditons because they accompany the most despised figure in Brazil’s .musical world today wherever he goes,at every hour of the day and night .Since NYC and London have big Brazilian communitieis and Brazil is famous for its death squads, Minzcuk is correct to be on his guard .Plse do not bring sharp objects ,knives,etc and of course no firearms at the auditions.
    (2)Greet Maestro Kadafi with “Como vai” and do not say another word during the audition except to nod your head occasionally in preparation for your future job.
    (3)The salary is excellent for Brazil but set one third aside or more for a local psychiatrist,two or three sessions a week should enable you to survive.
    (a)Save additional money for a round-trip ticket home just in case
    (b)You may need some extra money as well for your own boyguard …because the 40 fired musicians might retaliate against foreigners coming to take their place.But never mind,the tradition of the great musical conservatories in the US is “dog eat dog.”
    (4) Maestro Gadalfi will have the right to re-audition throughout your career in World Cup and Olympic City,Rio de Janeiro. So be prepared.And please do not allow yourselves to grow old or older otherwise the Maestro will be back in NYC and London seeking a substitute for you.
    If you need any more tips,plse e mail harold@uol.com.br or call me at 5521-9379-1771 .I survived 24 seasons in this orchestra (1973-1997) prior to Maestro Minzcuk and am trying to get a refund from my analyst at the time for speaking badly about his predecessor and the conditions of the orchestra then.
    Abracos-Cheers-Best wishes,

    Harold(o) Emert
    Rio de Janeiro
    Brazilian National Orchestra

  18. RENATO SAU RIOS disse:

    Bom dia , maestro
    Que bom reencontrá-lo aqui , na web !
    Gostei muito de seus textos !
    Desejo que estaja bem de saúde e envue um abraço meu à Patricia Melo e outro , cordial , ao senhor , que sempre me tarou com enorme gentileza , nos tempos de Sala SP .
    Renato – Santos

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